19 de mar de 2013

Inglaterra sinaliza para regularização da mídia

Por Adeir Alves

Na Inglaterra, na última segunda feira, 18, a Agência Reuters destacou que três principais partidos da Inglaterra, depois de várias discussões sobre o assunto - resolveram elabora uma lei que regularize a mídia-imprensa no setor de rádio fusão. A legislação existe há anos, já que os veículos de comunicação são concessões públicas.

A decisão de colocar rédeas nos Jonalões do País potencializou depois do inquérito público que expôs uma cultura de escutas telefônica e outros comportamentos antiéticos, patrocinadas pelo tablóide “News of the World”, do magnata Rupert Murdoch.

Segunda a matéria vinculada na última segunda feira pela Agência Reuters, o acordo vai estabelecer um novo órgão regulador de imprensa, introduzir multas de até 1 milhão de libras (1,5 milhão de dólares) e obrigar jornais a imprimir desculpas proeminentes quando apropriado -  o sistema será voluntário, mas haverá fortes incentivos financeiros para encorajar os jornais a adotá-lo.

 O jornalismo na Inglaterra sofreu um declino depois de um inquérito liderado por juízes e uma série de detenções revelaram uma cultura sistemática de rastreamento de telefone e abusos á liberdade de imprensa por parte da mídia, no País.

 O novo projeto adotado pela Inglaterra, prevê a instalação de um órgão regulador independente, que incorpora serviços de arbitragem livres, direito de resposta e pedido de desculpas, sem dúvida é um código bem rígido, para frear os abusos do Jornalões.

 Haverá uma resistência por partes do império midiático, que tentaram boicotar o projeto de regulamentação da imprensa no País, entretanto os ativistas que são contra os monopólios midiáticos cobram uma posição ostensivo por parte do  primeiro-ministro David Cameron, que já foi denunciado por manter relações promiscua com  o  mafioso Rupert Murdoch, que o apoiou nas eleições.

Enquanto do outro lado do oceano, o marco regulatório tem sindo pautas entre os partidos políticos, a presidenta Dilma, permanece em silêncio sobre o marco regulatório, no Brasil. Entretanto os monopólio midiático pertencente à meia dúzia de famílias mercenárias, atacam descaradamente os governos.

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