2 de jun de 2013

A reforma política não é mais um bicho de sete cabeças.

Por Adeir Alves

 A reforma política não é mais um bicho de sete cabeças, como nas estórias de ninar. Mas, para que a reforma política aconteça nos moldes das adequações necessárias, o político precisam ter saco roxo para encará-la como modernização de uma nova gestão!

Quando a máquina administrativa não está funcionando como deveria funcionar, de acordo com os anseios dos gestores públicos, a reforma política entra em cena, para corrigir e adequar Secretarias que não conseguem atingir o objetivo da gestão.

No entanto, a reforma política, sobretudo, é a forma de corrigir e consertar possíveis erros de acordos políticos durante o processo eleitoral, todavia, a troca de Secretários pode contrariar algumas partes de qualquer Coligação, mas uma Coligação que pensa no desenvolvimento de seu município e não de seu bolso – encara a reforma política como instrumento a ser incorporada na máquina administrativa. A reforma política, também é uma media profilática no combate á corrupção e no direito a cidadania. 

Entretanto, a reforma política, é uma necessidade útil quando não se está atingindo o objetivo desejado pelo gestor público, para tanto, a reforma política faz-se necessária no comprometimento e desenvolvimento de qualquer administração tendo como foco o desenvolvimento educacional, cultural e social de um povo.

 Toda reforma política é evidente que aconteça de forma natural sem constrangimento, sem desmerecer Secretários que não se adequaram ao perfil de suas devidas pastas, o gestor que vai conduzir a reforma política deve estar atento às questões paralelas movidas por outras partes que querem de certa forma manipular, levar vantagem em alguma coisa.

 A reforma política deve ser encarada, sobretudo, como um instrumento natural que corrobora no desenvolvimento de qualquer município, admitir que a reforma política esteja alinhada a ideais errôneos que antecede os interesses ambíguos de gabirus, o resultado, sem dúvida, aparece nas urnas no final de quatro anos.

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