13 de jun de 2013

O silêncio e a revolução.

Por Adeir Alves

 Quando são abordados assuntos no tocante como resolver a problemática escassez de políticas públicas nas regiões periféricas, é ainda um assunto muito complexo para muitos governantes despreocupados com estas questões relacionadas ao público de baixa renda.

 Políticas públicas são ações e atividades desenvolvidas pelo Estado, com a participação de entes públicos e privados, que tem como foco assegurar o direito à cidadania e, sobretudo, direito à saúde, educação, esporte, cultura, social, lazer entre outras questões pertinentes a comunidade pagadora de impostos.

Políticas públicas são direitos a serem inseridos na vida dos pagadores de impostos, que teoricamente, esperam que seus impostos sejam revertidos em melhorias (Políticas Públicas) em suas vidas, assim na teoria, mas na prática, não é isso que acontece; a deficiência intelectual incorporado nas atitudes soberanas de muitos governos,  sobrepõe os interesses da comunidade periférica.

 O que move a falta de interesse por parte de muitos governantes em solucionar questões simples como democratizar a saúde, a educação, a cultura, entre outras políticas que possa combater a desigualdade, o racismo incutido em uma sociedade dominada pelos coronéis. Um povo oprimido proibido de falar ao vento, quanto classe social e pagadora de impostos. 

Mas na verdade a falta de amor entre a comunidade periférica e os políticos ansiosos pelo poder, que até então, no período eleitoral, sempre tem a fórmula mágica para resolver todos os problemas que afligem os moradores da periferia, até parece uma daquelas novelas da Rede Globo, com o final feliz. Plim! Opa! Nas periferias a realidade é outra, culturalmente, o mundo é antagônico, todos os dias é preciso renúncia ao descaso imposto pelos políticos linha dura. 

O silêncio e a convivência com a escassez de Políticas Públicas exaurem a falta de amor entre as comunidades periféricas, anestesia pela dominação dos políticos linha dura – na periferia o mundo sempre é diferente, não há desejo pela cidadania - a revolução sobre a saúde, educação e a cultural, nunca haverá - portanto - o analfabetismo político e o assistencialismo é maquiado pelo marketing político, 1 X 0 para os políticos linha dura, que querem vencer sempre, sem renunciar suas deficiência intelectual. 

A escassez de Políticas Públicas e o analfabetismo político nas periferias de muitas cidades do Estado de São Paulo, porém são desejos irresponsáveis incorporado na soberba hipocrisia de governos. É pertinente para muitos governos que, com o analfabetismo político, não haja senso crítico quanto menos questionamentos, quanto mais revolução?

 Por tudo isso e um pouco mais que as Sessões nas Câmaras Municipais por esse Brasil afora estão sempre ociosas sem a presença de quem mais necessita, a comunidade periferia, a dominação pelo sistema aferido pelo assistencialismo impede o senso crítico.

 Na verdade todos sonham um dia, com um cordão umbilical ligado as Prefeituras e as periferias, para que os governos com deficiência intelectual pudessem ouvir o grito da saúde, educação, cultura entre outras questões que oprimem.

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