2 de jul de 2013

Reforma política e as vendas nos olhos.

Por Adeir Alves

Notoriamente, com os levantes populares alavancados por todo País, por uma multidão de jovens enfurecidos com o mau uso do dinheiro público e o crescente número de corrupção assolando o cenário político, os jovens saíram às ruas para protestar.

Os Prefeitos por todo Brasil, tentam desesperadamente dar uma resposta imediata, uma resposta ao clamor da voz das ruas, a reforma política está sendo uma solução encontrada por muitos gestores para amenizar suas situações problemáticas. 

A bola da vez é a reforma política, para escapar de críticas do povo e da imprensa mercenária, portanto, ajustes aqui e ali, adequações em Prefeituras, para alavancar o desenvolvimento econômico do município, trocas de Secretários autoritários enfurece uma parte e alegra outra, tudo é válido nesse jogo do: “tire o meu da reta”. 

A jogada sinistra de meia dúzia de gabirus, que por uns trocados, manipula a grande classe dominada e oprimida pelo sistema (pretos, pobres e brancos periféricos), mas por tudo isso, eu propriamente diria para os aprisionados à reforma política do faz de conta, que simplesmente tire as vendas dos olhos. 

As manifestações, sobretudo estão exercendo pressões que concomitantes os problemas gerados nas administrações por todo país, o jeito é um plano de ação executado sem vendas nos olhos, contudo, conscientemente, um plano de ação que não sobreponha os interesses da coletividade e o desenvolvimento dos municípios. 

Qualquer reforma política executada com vendas nos olhos é o resultado de gestões sossegadas, que ao sentar na cadeira do poder, fecha a porta para o mundo, e sem visão de mundo, não há conscientemente, obviamente desejos de ouvir a voz do povo - grosso modo - disseram que o Titanic não afundaria, afundou!

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