1 de jul de 2014

Os desequilibrados emocionalmente e o sinalizamento para o naufrágio

Por Adeir Alves 

 Está se aproximado às eleições que determinarão a nova cara da política Brasileira. No dia 05 de outubro deste ano, novamente voltaremos a exercer nossos direitos constituídos, sobretudo neste dia tão importante para o brilhantismo de nossa democracia daremos um lição de cidadania excluindo de nossa política os maus políticos.


Esse ano com as eleições para Deputados nas esferas Federal e Estadual, Senadores, Governadores e para Presidente, é sem dúvida um momento que nos cabe refletir sob o papel de muitos políticos que, nos últimos quatro anos exerceram seus mandatos preocupados com suas somatórias de seus salários no final de cada mês, bem como seus benefícios oriundos de mecanismos ilícitos. 

No dia 05 de outubro o povo Brasileiro dará sua contribuição em nossa política ao determinar o futuro de nossa nação, e, sob o poder absoluto de seu voto que acenderá a luz que conduzirá o futuro de nosso País. 

O corre - corre dos políticos que trabalharam incansavelmente para convencer seus eleitores que eles merecem seu voto está chegando; outro fator muito enfatizado durante o processo eleitoral pelos contribuintes são os gastos exagerados com propagandas e marketing político que tudo indica que vai dar brilho à imagem do futuro candidato - esse ciclo vicioso se repete de quatro em quatro anos.

 Convenhamos, cada político, no período que antecede as eleições, é notório que ele escolherá a dedos quem irá desenvolver o marketing de sua campanha, até aí tudo bem, mas, entretanto o que era para ser um mar de rosas na caminhada do até então futuro candidato com a escolha equivocada, o político vai cavar sua própria cova. Um pesadelo! 

E esse fator importantíssimo que diz respeito ao marketing da imagem do candidato e seu alavancamento durante o processo eleitoral, contudo na ânsia de vencer eleições alçam escolhas equivocadas inserindo profissionais desequilibrados emocionalmente na vida política, sobretudo, sua possível candidatura sinaliza para o naufrágio, lamentavelmente isso ainda acontece em qualquer política ou em qualquer gestão pública.

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