23 de ago de 2014

Um governo de diálogo, Mello terá que estancar seu próprio sangue

Adeir Alves

 Na gestão de 2006/2008, Mello enfrentou uma oposição vira-lata que a todo tempo tentava atravancar o progresso de Guaíra, entretanto, na época Mello valorizava um governo sólido estreito a diálogo, fator que contribuiu para derrota de Mello nas eleições de 2008, de lá pra cá Mello aprendeu muito sobre governar tento o diálogo como pilar de sustentação de seu governo.

Hoje, porém, Mello não pensou duas vezes para conclamar um governo aberto ao diálogo com os partidos oposicionistas ao seu governo, para tanto, Mello recebeu em seu gabinete no mês passado, a ilustre presença do vereador e Presidente do Democratas, Marco Antônio Pugliesi (DEM).

A presença de Marco no Gabinete representa vitória para Guaíra, mas, entretanto, como tudo não é um mar de rosas, a postura democrática de Mello deixou a imprensa que faz ferrenha oposição a seu governo, irritadíssima.

Mello vem sofrendo forte marcação da imprensa depois do rompimento dos robustos contratos entre a imprensa e prefeitura, foi a gota d'água a compra do terreno para construção de Mil casas populares, a coragem de Mello causou ódio na família da imprensa conservadora.

Mello é esperto 

Mello é esperto e sabe que a forte marcação da imprensa pode desestabilizar seu governo, por isso, Mello tem montado estratégias e aflorado alianças junto a seu governo, os tempos estão sinalizando para deixá-lo em posição confortável e, concomitante, enfraquecer os ataques raivosos do conservadorismo da imprensa.

Mello sabe que para manter o grupo a frente do Paço em 2016, é preciso romper barreiras sepultando a vaidade política de membros do grupo, oferecendo o diálogo com quem quer compor o grupo, como Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Lula dizia: Quem quer compor comigo, assim foi eleito duas vezes Presidente da nação.

Com um novo Mello, renovado, a frente da máquina administrativa, não tem pra ninguém, é grupo Melista outra vez, mas antes Mello terá que estancar seu próprio sangue, um governo de diálogo não tem espaços para secretários autoritários.

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