19 de jun de 2015

Com o início da construção de casas populares, o Prefeito terá mais tempo para ouvir nossa comunidade e os presidentes de Bairros

Imagem ilustrativa retirada da internet
Adeir Alves 

 Depois do anúncio nas redes sociais de que está tudo certo para desativação das lagoas de estabilização (Lagoa do Fogão e Lagoa do Cepar), tão logo será dado o início da construção das 1000 casas populares, tão sonhadas pelo Prefeito Municipal e pela família guairense.

 Foi uma longa luta que duraram dois anos e meio até que o gestor público fazendo uso de sua ferramenta única, o Facebook, para presentear nossa comunidade com a efervescente notícia da desativação das duas Lagoas de Dejetos e, concomitante o erguimento das 1000 casas, que é um compromisso de campanha do grupo político pertencente ao atual prefeito. 


 Não foi fácil conseguir recursos oriundos da Funasa que viabilizasse a desativação das duas Lagoas e que culminasse com construção das casas populares; isso custou muito o tempo precioso do administrador público, que durante esses dois anos e meio ficou ausente no que tange o atendimento à nossa população, com isso o gestor acabou sendo blindado por forças maiores fecundadas na ausência do prefeito. 

Com a blindagem impetrada pela força maior ouve um sepultamento no que implica um bom papo com o povo, o gestor público acabou ficando isolado a mercê de um sistema oriundo do desejo poético exalado por forças comprimidas a um estado de fraqueza cognitiva, que no ápice da modéstia vaidade deslumbra a vontade arbitrária que traduz o pensamento sombrio de que a máquina pública pertence a um determinado grupo político.

 Sobretudo com as casas populares em andamento, o gestor público poderá ampliar espaço de atendimento à nossa comunidade junto ao Paço Municipal e, sobre isso, sem o blindamento aferir sua popularidade, como também iniciar um ciclo de atendimentos aos Presidentes de Bairros tomando conhecimento dos problemas culturais, esportivos, educacionais e a escassez de programas sociais muito enraizados na fala das comunidades.

Nenhum comentário: