4 de set de 2015

O Presidente do Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais deverá bolar uma ideia com os servidores e acalmá-los

Adeir Alves 

 Nosso País passa por um momento de extrema fragilidade em sua economia, por conta da crise que assola a Nação. O povo brasileiro está sempre otimista, com boas expectativas em torno das propostas fecundadas pelo grupo político pertencente à Presidenta Dilma Rousseff, cujo objetivo, segundo eles, é conter a crise para que o Brasil volte a crescer novamente. 

Na verdade os brasileiros foram pegos de surpresa, ninguém esperava uma crise econômica que atravancasse o desenvolvimento do País; pra quem achava que isso só acontecia na Grécia? No Brasil, os municípios estão sendo obrigados a cortar gastos para conter o assustador déficit orçamentário, pior ainda: sem ajuda do governo federal, tudo fica mais difícil, tudo fica mais complicado - mas voltando a falar dos funcionários públicos municipais: eles foram forçados, por uma boa causa, colaborar ajudando a gestão pública, certo disto foi o corte nas suas suadas horas extras. 


Ninguém faz horas extras por que quer, e sim porque há uma necessidade fundamentada na lei trabalhista e por questões advindas das necessidades sociais, isso é justo! Evidentemente que os servidores municipais são o combustível necessário que faz a máquina pública trabalhar para o bem de nossa comunidade, e no atual momento, eles, os servidores estão muitos chateados. 

O Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos têm a importante função de auxiliá-los e esclarecendo a atual conjuntura econômica e política de nossa cidade e, sobretudo orientá-los, colocando panos frios nesta questão que tem afligindo-os, para que eles entendam e possam continuar desenvolvendo seu trabalho tão importante para com a nossa comunidade. 

 A nobre função do Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais neste momento conturbado, é muito importante para que ele possa bolar uma idéia com os servidores nutrindo-os de esperanças, esclarecendo que esse momento de dificuldades que atravessa a cidade logo irá passar. E que o nobre Presidente fazendo uso de suas atribuições legais, não se furte de manter o diálogo com o gestor público, propondo-lhe um acordo: “dando a César o que é de César” cortando na própria carne, reduzindo os cargos comissionados e, ainda fazendo justiça, diminuindo os salários dos graúdos que ganham 7 Mil ao mês. Com isso o representando dos servidores públicos municipais, ganha confiança e ainda de quebra, oferece o diálogo como mediador de conflitos entre o prefeito e os funcionários públicos municipais.

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