18 de mai de 2016

Impeachment de Dilma, Prefeito deve recuar e atender o desejo do grupo


Adeir Alves:

 No início da manhã do dia 12/05, o Brasil parou com a notícia do Senado Federal que, por 55 votos a favor e 22 contra o processo de impeachment, afasta Dilma Rousseff (PT) da presidência, por 180 dias, até que sejam concluídas as investigações, o vice Michel Temer (PMDB) assume o comando do País

O afastamento provisório de Dilma interrompe quase 13 anos de PT à frente do País, com isso tudo indica que por conta da crise econômica que afeta o País, medidas de contenção de gastos deverão ser adotadas nos próximos meses e, uma delas, poderá ser a redução dos projetos governamentais direcionados aos mais pobres. Em nosso município, tudo fica mais difícil para o atual governo que vem travando uma luta ferrenha para acender sua ascensão popular.


 O afastamento de Dilma rompe os laços entre o governo municipal e governo federal impedindo o sonho do prefeito de disputar mais uma eleição e entrar para a história da cidade com três gestões sob o comando Melista. 

 O momento político que atravessa o País, não é bom para cidade. Sem recursos do governo federal e a ajuda dos Ministros, o gestor público se vê de mão amarradas assistir sua aceitação popular descer ladeira, enquanto isso, a oposição prepara sua cama para 2017; a imprensa mercenária deverá nutrir seu desserviço contribuindo para atravancar o desenvolvimento da cidade, todavia, o cenário orquestrado pela família-imprensa sinaliza um forte aparato alarido, cujo discurso espúrio é alavancar seu candidato. 

 Entretanto do ponto de vista político, o impeachment de Dilma, não é bom para gestão pública também, mas ele, o prefeito, ainda poderá mudar o placar, claro não será fácil lutar contra a vaidade política. Contudo, o prefeito terá que renunciar a si mesmo, sepultando todas as barreiras que sobrepõe à participação da coligação na disputa das eleições deste ano. 

 A participação do chefe do executivo nas discussões democráticas com seu grupo é importantíssima para definir quem terá visibilidade nas ações governamentais, cujo propósito é ovacionar um nome na disputa das eleições de outubro.

 A união do grupo neste momento intempérie que assola a gestão pública, consolidada a vontade popular, concomitante acalma o gestor público, incutido no discurso que Guaíra recebeu grandes contribuição nesses oitos anos de gestão melista, que a vontade popular deve romper as barreiras do desejo unilateral.

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