3 de nov de 2016

Se os próximos governantes ceder às pressões da imprensa, haja receitas de bolo!

Adeir Alves: 

Eu como todo Guairense que se preocupa com o desenvolvimento de Guaíra, estou muito preocupado com a falta de ética da imprensa. É do conhecimento de todos depois que foi rompido o cordão de promiscuidade que enrolava as famílias donas dos Jornalões e Revistonas nasceram das trevas uma imprensa destemida e sem ética dotada de poderes e, sobre a égide da irresponsabilidade, a imprensa manipula, mente, fecundando um clima de guerra no cenário político municipal. Somente uma imprensa medíocre precisa pensar que é dotada de poderes vindos não se sabe de onde! 


 A falta de ética das famílias detentoras dos Jornalões e Revistonas impõe certa desconfiança entre a família Guairense, na verdade a imprensa deveria servir nossa comunidade sobre o manto do jornalismo ético, pelo contrário, o que lemos é uma imprensa mequetrefe, que sepulta, sem qualquer questionamento dos órgãos competentes, a excelência do bom jornalismo. Ralf Dahrendorf, intelectual europeu, escreveu que, eliminando-se a excelência, o que se conseguirá é não apenas a mediocridade generalizada, mas o que é pior, uma mediocridade complacente. 

 A excelência dos princípios éticos do bom jornalismo contribui para manter a sociedade aberta ao diálogo e capaz de desenvolver seu senso crítico a determinado assunto relevante à política entre outras questões pertinentes ao desenvolvendo da cidade. O desserviço prestado gratuitamente pelo descontentamento da família-imprensa implica em analisar e entendemo-nos que as manipulações e as mentiras advêm dos desejos escusos dos órgãos de imprensa mercenários, fazendo de nós seres pensantes! 

 Acredito que esse silêncio impetrado pela família Guairense é algo mágico, é o modo de manifestar sua indignação e sede por justiça: é esse mesmo silêncio que ocasionou a mudança na troca de governo, na eleição desse ano – e é desse modo – agindo em silêncio – que organizamos uma sociedade justa, fraterna, apta a entender o ódio da família-imprensa. 

 O objetivo desse texto é suscitar a reflexão no leitor o quanto o desserviço imposto pelos órgãos de imprensa sem ética vem sepultando, diariamente, os valores éticos do jornalismo. Partindo do princípio que estão assassinando os valores éticos do bom jornalismo, eu convido o eleitor desse humilde blog a compartilhar ideias desenvolvidas ao longo do referido texto no sentido de que traçamos uma linha do que é permitido à imprensa. Não queremos cercear a imprensa, mas pôr limites em sua fúria, é compreensivo e justo!

 Impor limites à família-imprensa é, de fato, representar uma linha essencial, um marco uma porta entre dois territórios: o destino da cidade sobre a legitimidade dos anseios do povo e a imposição da imprensa do quanto pior melhor: entenda- se, leitor que, entre esses dois territórios, a imposição da imprensa do quanto pior melhor, é assunto desejável por todos. 

 Para nós cidadãos horrorizados com a falta de ética que nutre esse jornalismo das trevas, encorajamo-nos para abrimos um leque de discussão sobre o impor limites à família-imprensa, sim nós podemos. Em 1807 parecia não haver limites para imaginação na Inglaterra, o império era movido a vapor e a nova tecnologia inventada por watt em 1769, deram origem ao tear mecânico, máquina propulsora da revolução industrial, à locomotiva, ao navio e á impressora vapor...... (Laurentino Gomes, livro 1808). Desde os tempos a nós não há limites quando podemos Impor limites, isso não é uma tarefa de governos e, sim, um dever atribuído a todos. 

 A mudança na política só vai acontecer, realmente, quando nossa comunidade tiver acesso ao jornalismo ético, longe das manipulações e os efeitos devastadores causados pelos caninos órgãos de imprensa; quanta deselegância para nossa sociedade? No âmbito cognitivo, é estimular à comunidade a pensar sobre essa prática que desdenha um jornalismo maldoso. 

 Não sei até que ponto a imprensa vai continuar prestando esse péssimo desserviço à nossa comunidade. A pergunta que eu faria aos jornalistas éticos, que estudaram durante quatros longos anos e aprenderam muito sobre o conceito ético que sustenta os pilares do jornalismo: Como eles sentem assistidos os valores éticos do jornalismo sendo destruído por conta dos desejos financeiros de famílias acostumadas a viver à custa do dinheiro público? Tenho certeza que a respostas seria: isso sim é uma pouca vergonha!

 Em nenhum outro período da história política Guairense, nesses últimos quatro anos, testemunhamos tantos ataques a políticos, cujos efeitos foram decisivos e acelerados causando mudanças no modo de pensar e agir da opinião pública, sobretudo, acendendo um clima de beligerância entre político e povo. Se nada for feito, isso é só a ponta do iceberg de como a imprensa vai continuar influenciando nas questões políticas. 

 Á luz da realidade de Guaíra atual, uma imprensa descontrolada à espera de contratos com o Paço Municipal, pois não devemos subestimar o poder de manipulação da velha imprensa, algo precisa ser feito.... Se os próximos governantes ceder às pressões dos veículos de imprensa, haja receitas de bolo nos editoriais, os compromissos com as notinhas será só alegria, rindo à toa, na contra mão disto, alguém vai ter que sofrer com a escassez de investimentos nos serviços públicos, quem vocês já sabem?

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