19 de set de 2018

A fragilidade do Governo de Zé Eduardo

imagem retirada do blog do Ernani Carreira
Por Adeir Alves: 

 Nosso município precisa avançar na implantação de políticas públicas de encontro ao desenvolvimento dos bairros e a cidade como um todo, para tentar evitar o que poderá ser o maior retrocesso da história, como nunca antes! 

 Desde que o grupo do prefeito Zé Eduardo assumiu a prefeitura, Guaíra perdeu o poder de investimentos, conduzido pela má-gestão, sobretudo, a cidade vem atravessando momentos difíceis em seu desenvolvimento, enfatizado pela a escassez de políticas governamentais nas áreas: da saúde, cultura, esporte, lazer, programas sociais e educacionais, empregabilidade e a ausência do governo nos Bairros. 



 Saúde Pública: Os problemas ocasionados na pasta da saúde pública parece não ter solução, obviamente as populações mais pobres sofrem com os descasos; a falta de remédios têm sido constantes e, para piorar: as demissões de alguns médicos têm deixado a família Guairense muito preocupada com a fragilidade do governo sob os cuidados de nossa Santa Casa. O abandono da UPA (Unidade de Pronto Atendimento), a retirada das farmacinhas que, antes, distribuíam os remédios nas Unidades Básica de Saúde (UBS) dos referidos Bairros, o que facilitava a vidas dos moradores de cada território. 

 O núcleo e a vulnerabilidade social: O abandono do Núcleo de convivência das crianças e adolescentes continua de portas fechadas no coração da periferia. Antes de o grupo do prefeito Zé Eduardo assumir o comando da máquina administrativa, várias atividades eram ofertadas nesse espaço público: dança, música, percussão, capoeira, esporte, atividades culturais, ou seja, as crianças, adolescentes e os jovens que em sua grande maioria são pobres e negros eram contemplados pelas atividades citadas. Na atual conjuntura, o Núcleo encontra-se totalmente abandonado, exposto pela ociosidade e os efeitos corrosivos da vulnerabilidade social! 

 O ilusionismo do Esporte: As atividades esportivas nos bairros necessitam do olhar crítico dos vereadores, que eles, fazendo uso de suas atribuições legais, tome as rédeas da pasta e dê uma injeção de ânimo e criatividade, para que esta ferramenta de oportunidades possa funcionar de verdade e oferecer o que é de direito, conforme a Lei Orgânica de nosso município nos Artigos 191 e 192.

 O Lazer e o sonho no Palanque: Com falta de investimentos na construção dos espaços de lazer nos bairros, a ociosidade e a depredação revela como caminha o governo nas regiões periféricas.

 O orçamento reduzido e cabresto na pasta da Cultura: A descentralização das atividades culturais juntos aos moradores dos bairros, é urgente, precisa acontecer sob o manto da Casa de Leis, mas, para isso, é preciso arrebentar o cabresto que impede a pasta da Cultura de voar livremente. 

 O sonho da casa própria dos mais pobres: ETE Estação de Tratamento de Esgoto, uma obra de grande importância, que resolveria a questão do esgoto de nossa cidade, proporcionando o sonho de construir as tão sonhadas casas populares, o porquê está parada, ninguém sabe, é um verdadeiro mistério! Enquanto isso, a população carente continua à espera da construção de casas populares, por parte do governo municipal. 

 Torre de Babel: Zé Eduardo precisa tirar às vendas dos olhos e destruir a Torre de Babel erguida pela vaidade na sua gestão, para poder dar inicio a consolidação da união entre as coordenadorias de esporte, cultura e a pasta da assistência social; imagine quantas políticas públicas poderiam ser ofertas nos bairros, quanto dinheiro público o governo economizaria com a saúde pública, a economia dos gastos em segurança pública, como também evitaria a ociosidade e a destruição de nossa praças e prédios públicos? Está na hora do prefeito parar de por a culpa na administração passada, e resolver os problemas, pois não adiantará nada ficar fazendo isso, porque o problema continuará, é preciso ter pulso e resolver os problemas, já que mais de 13 mil eleitores votaram no Prefeito, e confiaram que o mesmo iria resolver os problemas e até agora nada.

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