10 de fev. de 2020

Só a participação Cidadã na vida Política de Guaíra que pode mudar o curso da história

Adeir Alves: 

 O vereador é um agente político, eleito pelo voto direto em número que varia de Câmara para Câmara, de acordo com a proporcionalidade da população local, com mandatos legislativos para uma legislatura de quatro anos, conforme os termos do artigo 29, inciso I, da Constituição Federal, Revista como nasce uma Lei - edição nº 01 – ano 2015 (Câmara Municipal de Guaíra). 

 É conhecendo o trabalho dos Vereadores, atentos aos seus projetos, às discussões, às reivindicações durante as Sessões da Câmara Municipal, que emergiremos uma sociedade crítica e libertadora de qualquer dependência ou ajudinha de políticos durante o processo eleitoral.
 

Como já mencionei em outro texto, para falar do Poder Legislativo, é necessário entender os valores que advém do olhar crítico do patrão (Povo) e empregados (Vereadores), ou seja, o empregado tem seu horário para chegar e sair do trabalho, já o patrão tem suas importantes responsabilidades no sentido de fiscalizar, analisar, chamar a atenção e, como todo bom patrão, elogiar e sugerir para que o funcionário possa crescer cada vez mais dentro de sua empresa. Já os funcionários (Parlamentares) têm suas atribuições, dentre todas, legislar (cria Leis), propor emendas juntos ao Orçamento Público, acompanhar os processos licitatórios, fiscalizar as ações do Governo, interpretar a Lei Orgânica, votar consciente, também são referendadas à obrigatoriedade de manter-se vigilante ao cumprimento das Leis e das aplicações do erário público, ou seja, do dinheiro público arrecadados dos impostos e gerido pelo Governo, e isso, durante os quatros anos. 

Basta assistir às Sessões da Casa Legislativa para compreender como está sendo executado o trabalho dos Legisladores, que foram eleitos (por vocês nobres leitores) para representá-los.

 Entretanto foi votado e aprovado, no ano passado,  junto  à Câmara Municipal, um robusto empréstimo de R$ 13 Milhões, com dois anos de carência, cuja justificativa foi recapear pontos das ruas da cidade, e R$ 3 Milhões destinados à Autarquia do Deagua para outros fins, que prejuízo isso pode gerar, ao logo do tempo, aos cofres públicos? 

 Outra questão muito pertinente foi o projeto que doou, “de mãos beijadas”, dois alqueires de terra para uma empresa (Tomilho), até ai tudo bem, mas e os nossos empresários (como tantos) que têm suas raízes história na vida do município, que contribui com a economia, geram empregos e, concomitante, ajudam a turbinar a arrecadação de nossa cidade, será que eles também não mereciam uma doação como esta?

 Foi um episódio triste e um choque de desanimo à comunidade, a  aprovação unânime da manutenção do salário do Prefeito, que atualmente é de R$ 25 Mil, do Vice-Prefeito R$ 7,2 Mil, do Presidente da Casa de Leis R$ 6 Mil e dos demais Parlamentares R$ 5,5 Mil, em uma Sessão Extraordinária, sem a presença dos veículos de imprensa, para divulgar o ocorrido. 

 Como é importante a presença dos Presidentes de Bairros, Entidades Sociais, Partidos Políticos, Conselhos Municipais, dos Representantes do Ministério Público (MP), da Polícia Militar e Civil e da Ordem dos Advogados do Município (OAB) durante as reuniões na Casa Legisladora.

 “Só a participação Cidadã é capaz de mudar o País” Herbert de Souza, o Betinho.

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