26 de jul de 2013

Vamos todos embora que esperar não é saber.

Por Adeir Alves

Todo processo ancorado na defesa dos jovens negros, brancos, pobres e periféricos, pagadores de impostos ou não, deveria ser um processo democrático de direito sobre o estado, entretanto é preciso haver a revolução da educação, da cultura e da saúde, entre outras políticas que não deveriam ser negadas aos jovens negros, brancos, pobres e periféricos, partindo do pressuposto da inércia dos governos. 

O escuro do estado democrático de direito na linguagem poética dos governos e a ideologia perversa de seus grupos políticos, em épocas eleitoreiras, quando nos referimos às questões relacionadas ao desenvolvimento da classe menos favorecida.

Existe uma lacuna e um escuro quando mencionamos à população periférica, no que tange seus direitos constituídos, até então, garantidos pela sordidez de governos e seus ministros, em épocas de eleições. O que fazer? A multidão de jovens negros, brancos, pobres e periféricos caminhando e cantando sobre as ruas de braços erguidos ou não? 

Militantes são aqueles que sabe ajudar a construir políticas públicas para classe menos favorecida. A multidão de jovens negros, brancos, pobres e periféricos caminhando sobre as ruas de braços erguidos em direção à fortaleza, que tudo ao seu lado vai tremer, ainda que á noite cai sob os gritos dos jovens negros, brancos, pobres e periféricos, ainda que o sol nasça sobre o arco íris, o tempo não nos espera, então, vamos todos embora que esperar não é saber.

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