19 de set. de 2020

O direito moral e ético de ser fiel a si mesmo no encontro com as urnas

Adeir Alves:
Com a aproximação das eleições municipais que acontecem este ano no dia 15 de novembro, os munícipes serão mais uma vez referendados pelo direito Constituído de evocar o voto da mudança. 

     “A política, devida à circunstância do mau uso do dinheiro público, promessas não cumpridas, corrupção e a desconfiança na classe política, não é mais uma mera luta de interesses individuais, mas uma imposição coletiva aos maus políticos.” 


    Portanto, posto à prova, todos os brasileiros têm o direito moral e ético de ser fiel a si mesmo no frutífero encontro com as urnas.

17 de set. de 2020

Zé Eduardo poderia ter marcado um gol de placa, mas “O Jornal A Hora da Notícia” atrapalhou!

Adeir Alves:

 Após deixar uns dos melhores hospitais do País, Sírio Libanês, o prefeito José Eduardo Coscrato Lélis teve ao chegar à cidade uma recepção como nunca antes na história do município, promovido pelo apresentador do “Jornal e Programa A Hora da Notícia” e seus secretariados e apoiadores.

A título de esclarecimento, "O Jornal e o Programa A Hora da Notícia" nasceram há menos de três meses das eleições municipais e é um mecanismo de defesa e elogios à Administração Pública.

No entanto, após ser contaminado pelo Corona Vírus, a família guairense iniciou dias e noites de muitas orações, para a recuperação de nosso prefeito; de mãos dadas, todos fizeram corretes unidos pelas rezas e, concomitante, torceram muito para que o estado de saúde do Chefe do Executivo tivesse êxito, e teve!

Independente de partido político ou classe social, Zé Eduardo é filho de Guaíra e mereceu, unânime, o apoio e a compreensão da família Guairense sobre a sua recuperação.É evidente que, logo que deixou o local de sua enfermidade, o prefeito quer estar no aconchego de seus familiares.

Entretanto, o Programa "A Hora da Noticia" usando um drone filmou a chega do prefeito até a sua casa, foi uma cena de cinema orquestrada pelos secretários e apoiadores, que se preparava para saudá-lo, tudo, entretanto, sob a égide do jornalista pro-governo; foi um verdadeiro espetáculo!

Mal assessorado, tudo foi feito às pressas de forma equivocada, pois, a equipe de assessoria do postulante à reeleição poderia ter marcado um gol de placa, levando ele para visitando a cidade e passando por todos os Bairros, para agradecer os munícipes pela força, justo!

Zé Eduardo bem instruído faria diferente e certo, passando, também, nas casas das famílias, que não tiveram a mesma sorte e perderam seus entes queridos pelo Covid-19; a presença, contudo, do governo seria de profícua importância para retribuir o carinho e confortá-los neste momento de tristeza, mas o órgão jornalístico estragou tudo!?

Infelizmente esse jornal criado próximo ao pleito eleitoral vem enfraquecendo a Administração Pública, portanto, a Coligação de Zé Eduardo precisa estar antenada a esse deslize, porque isso pode, entretanto, dar munição à oposição, e enfraquecer a campanha à reeleição.

Talvez faltasse ao Prefeito e sua equipe calçar as sandálias da humildade, entender o momento difícil que estamos vivendo e fazer a diferença nas vidas das pessoas de outras maneiras.

“Quem sabe faz a hora, não espera acontecer” Geraldo Vandré

11 de set. de 2020

A raiz da omissão tem endereço certo quando a ética sobrepõe os valores da sociedade

Adeir Alves: 

 Com a aproximação das eleições municipais, a imprensa têm ganhado holofotes orquestrando um cenário tendencioso nutrido pela omissão, cujo objetivo é direcionar seus leitores a tomarem decisões acerca de seu posicionamento político; claro que esta tática pusilânime e irresponsável de fabricar jornalismo faz um mal danado à sociedade pagadora de impostos, porque interfere na escolha política do município. 

 Convenhamos que, ao apoiar e financiar os veículos de imprensa sem ética e tê-los à sombra de um cão de guarda de proteção à sua inércia, que sociedade é esta que a classe política quer erguer: Uma sociedade crítica capaz de escolher livremente seus representes sem serem induzidas pelos órgãos de imprensa, ou uma comunidade que apenas pague seus impostos sem questionar seus governantes pelo mau uso do dinheiro público? 

5 de set. de 2020

Zé Eduardo nunca precisou de menina e menino de recado para defendê-lo

Adeir Alves:

 Não é novidade para os munícipes que o Prefeito José Eduardo Coscrato Lélis (PSDB) nos últimos três anos e meio, confinou-se ao gabinete e governou sob baixa popularidade; e isso, portanto, não lhe impediu que tomasse as decisões antipopulares como, por exemplo, os empréstimos com a iniciativa privada. 

 Com a base Legislativa formando a maioria em suas votações, o chefe do executivo sempre logrou êxitos em seus projetos junto à Casa de Leis. Todos os seus projetos de cunho administrativo receberam o aval de sua bancada Parlamentar, entretanto os vereadores da junção nunca foram à dor de cabeça para o atual Governo. 

 Quando tudo pareceria estar tão ruim que nada que viesse acontecer na Gestão Pública poderia piorar, o Prefeito Municipal sempre gravou seus vídeos nas redes sociais para explicar seu desencontro com seu eleitorado - essa tática sempre funcionou, embora não há o porquê a imprensa defender seu grupo político. 

3 de set. de 2020

A opinião pública e a imprensa cão de guarda de grupos políticos

Adeir Alves: 

 Com a aproximação das eleições municipais, a imprensa tem exercido sob os robustos contratos com as prefeituras, um desserviço às comunidades - conduzindo informações tendenciosas e direcionadas a fim de proteger e promover governos - esse jornalismo não agrega valores e é venenoso para a democratização das informações. 

 Um jornalismo sem ética acolhido no manto do dinheiro público para omitir, fecunda na verdade um estado direcionado na escolha de governos. 

 Eu acredito que existe uma classe de jornalistas sérios e compromissados com a ética, que não compactuam com esse jeito dantesco de fabricar jornalismo, sustentado nos pilares do erário público. 

27 de ago. de 2020

O poder de mando de empresários nos governos

Adeir Alves:

 Como eu já mencionei em outro texto a questão da influência de empresários nos governos pelo Brasil a fora, dando ordem  nas questões administrativas enfraquece o poder de decisões do prefeito. 

Mas o nobre leitor deve estar pensando o que eu tenho haver como o cenário político de minha cidade, tudo! “O desânimo pela classe política nos impulsiona para a falta de comprometimento e o sentimento do dever cumprido, isso, porém é o nosso primeiro defeito moral e ético!” 

 Eu sempre escrevi em meus textos a importância da participação de toda a sociedade nos governos, opinando e apontando os erros a fim de governo e governados dotados nos termos da Constituição Brasileira (CB) construir juntos um poder social e político nos moldes das prioridades da cidade, ou seja, um pacto entre povo e governo, que não seja rompido pelos desejos obscuros de empresários. 

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Dr. Cervantes Garcia, nas redes sociais: 

 NOTA DE ESCLARECIMENTO

 Estamos cansados de ouvir que os únicos que defendem o distanciamento social são os servidores públicos porque temos nossos salários "garantidos". 
Não somos os vilões da pandemia ou da crise brasileira. 

Somos SERVIDORES PÚBLICOS, o que significa dizer que NINGUÉM nos deu vaga no serviço público, não fomos eleitos ou indicados por alguém. 
Trabalhamos com dedicação! Inclusive, em tempos de pandemia, a maioria de nós encontra-se totalmente exposto na linha de frente, só paramos se ficarmos doentes! NOSSA ESTABILIDADE não é um privilégio. Ela tem previsão legal e visa a PROTEÇÃO do servidor público concursado, para que possamos atuar com independência, com técnica, competência e seguindo os princípios morais, éticos e legais da Constituição Federal, SEM O RISCO DE SERMOS PREJUDICADOS por interesses espúrios ou assédio moral.