2 de dez de 2013

Os vira-latas e os Leões de Chácara dos políticos que assassinam diariamente a Democracia

Foto: Sítio Conexão Trabalhador 
Por Adeir Alves

Após o final da Ditadura que assolou o País por 21 anos (1964 à 1985). Naquela época, os movimentos populares que se opunham à ditadura se ramificaram por todo Brasil, levando milhares de pessoas às ruas para protestar contra o sistema ditatorial - movimento que ficou conhecido como diretas já.
Com o final da Ditadura, a redemocratização do Brasil institui voz ao povo que, mais tarde, possibilitou o voto popular, contudo, em 1988 foi outorgada à nova Constituição Federal (Também conhecida como Constituição Cidadã).
Com a Constituição Cidadã, o Brasil passa ser uma república federativa constitucional presidencialista onde o Chefe do Poder Executivo é o Presidente da República.

 De lá pra cá muita coisa mudou com o final da ditadura, tempos atrás, as pessoas ingressavam na política por amor a política, carregando na bagagem os princípios éticos e morais, sobretudo valorizando a política com princípios.

 Entretanto, muita coisa mudou sobre o conceito de política com princípios éticos e morais. Tem sido notório por todo País a ascensão do poder autoritário de grupos políticos que anseiam obter uma série de benefícios particulares oriundos de recursos públicos sobre as égides dos Leões de Chácara, conseguinte, há um sepultamento dos valores da política que constantemente afrontam o sistema democrático. 

Nessas condições, torna-se inconcebível aceitarmos a posição autoritária de políticos: do pagamento com recursos públicos aos vira-latas e os Leões de Chácara que assassinam diariamente a Democracia – entretanto - nosso silêncio faz-nos sermos todos culpados? Mas, culpados ou não, se todos acreditarem, até no lixo da política poderá nascer flor. 

A política já não é mais desejada por amor, o sujeito entra na vida pública procurando um bom emprego e meios de enriquecer ilicitamente seu grupo político, protegidos pelos Leões de Chácara que, muitas das vezes, observa tudo atentamente pronto a impor um sistema de ataques seletivos alinhado a um perverso ideais de meia dúzia de coronéis. 

Cada governo tem a cara do povo que o escolheu. Todos os dias presenciamos as barbaridades de políticos esperando que alguém suja do imaginário, quem saber um super-herói que combata a corrupção, a política sem princípios, entre outras canalhice de meia dúzia de políticos linha dura, enquanto nós de braços cruzados assistimos mais um capítulo da próxima novela.

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