28 de nov de 2014

Ninguém quer cercear o direito da imprensa exercer seu trabalho ético, mas vamos dar a César o que é de César?

Adeir Alves 

 A imprensa tem extrapolado em seu raivoso jornalismo investigativo que desde que Mello assumiu o Paço Municipal tem sido perseguido e injustiçado com a marcação orquestrada por alguns órgãos de imprensa mancos de nosso município. 

A imprensa com seu jornalismo exaltado vem procurando pêlos em ovos - não tem encontrado nada - como nunca antes na história de Guaíra somos todos reféns das manipulações ridículas e dos interesses ambíguos de uma imprensa sínica, demagógica e mequetrefe. Afirmo sem meias palavras que é preocupante a forma que a imprensa vem conduzindo sua nova forma de fabricar seu jornalismo furibundo, acendendo uma guerra contra o gestor público, e isso, sem o consentimento dos pagadores de impostos.

A imprensa tem passado por cima dos interesses públicos por conta de seus interesses financeiros. O ódio da imprensa pelo governo eleito pela maioria pobre tem desencadeado prejuízos aos cofres públicos: a cada mentira que é produzida e ecoada pela deficiência cognitiva da imprensa, o governo acaba gastando o mundo e o fundo para esclarecer. A imprensa esqueceu há muito tempo qual é o seu papel em nossa sociedade. 

 Na verdade, o dinheiro público que deveria ser investido na saúde, educação, esporte, cultura, lazer, habitação e assistência social entre outras políticas pertinentes à família Guairense, são na sua grande proporção gastos para esclarecer o besteirol da imprensa. 

Quando a imprensa passa dos limites da liberdade de expressão e fere todos os preceitos democráticos que deságuam em nossa Constituição? A participação popular se faz necessário para assegurar nossos direitos constituídos e conter o ódio da imprensa pelo governo eleito pela maioria.

 “Se não houver intervenção do povo quanto ao ódio da imprensa pelo governo, em nosso município, a imprensa irá construir um público tal vil quanto ela mesma”. 

É notório que ódio da imprensa pelo governo tem potencializado a custas de um jornalismo demoníaco. Há muito tempo é camuflado nessa mesma imprensa o cerceamento das manifestações culturais, como também o cerceamento de direitos á informação clara e verídica, negando o direito dos pobres, dos negros. Ninguém quer cercear o direito da imprensa exercer seu trabalho ético, mas vamos dar a César o que é de César, não podemos sermos omissos no que está diante de nossos olhos, o ódio de um órgão de imprensa que mantém o poder de atacar, debochar, manipular e difamando o governo por conta de seus interesses escusos.

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