13 de mar de 2015

15 de março, o dia da pouca vergonha

Adeir Alves 

 Existe uma exaltação por parte da imprensa que faz uma oposição ferrenha ao atual governo, até aí tudo bem, a pluralidade de opiniões são os pilares que alicerçam nossa democracia; o que não podemos aceitar é a deslealdade, a malvadeza com que a família-imprensa vem nas redes sociais, conclamando a população a se manifestar no dia 15 de março, aproveitando da situação para fazer o que ela mais sabe fazer agir de má-fé, para tentar induzindo o povo contra a gestão pública, sobretudo espalhando um clima de berigelância entre o governo e os governados. 


 O desespero da imprensa tem levando a família do jornalão a se empenhar na prática alucinante de manipulação, no entanto a família Guairense como nunca antes na história de Guaíra, desde sua emancipação política presenciou o quanto a imprensa vem influenciando nas decisões governamentais, sobretudo prestando um desserviço em nossa sociedade. 

O autoritarismo da família-imprensa precisar ser urgentemente discutido por todos os (as) cidadãos (ãs) de bem. Uma das inúmeras questões importantíssima a ser discutida por todos são: “a escassez de ética que assola a imprensa, a imprensa e o dinheiro público e, por fim, que imprensa queremos para Guaíra?” 

15 de março vai ficar cravado na história de Guaíra como o dia da pouca vergonha que celebraremos o desespero da imprensa, vai ser um fiasco, uma vergonha para a imprensa sem ética, o povo não é bobo e certamente não vai querer abraçar o xaveco da família-imprensa. 

Tudo é uma questão do desamor por Guaíra. A imprensa que na ânsia do desejo financeiro que lhe foi amputado está jogando pesado contra o governo eleito pela grande maioria, convenhamos que independente do governo ou da sigla partidária, não há como não ver que os membros raivosos do Jornalão vêm inflamando uma campanha nas redes sociais para o dia 15 de Março, com o desejo sombrio de tentar desqualificar o atual governo, mas na verdade tudo tem uma reação, a reação invocada pelo povo será legitima e imediata, o povo não é nada bobo e não vai abraçar o ódio da família-imprensa.

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