8 de mai de 2015

Quando algo não soa bem, os governos entram em cena

Adeir Alves 

 Muitos municípios Brasileiros nessa reta final de mandado vêm sendo agraciados com grandes investimentos conforme a ideologia do gestor público, claro que são investimentos que agregam o progresso de cada cidade. Entre a euforia dos gestores públicos quanto aos investimentos em seus referidos municípios e, que mais tarde irão proporcionar uma ascendente popularidade momentaneamente, até porque uma questão importante que iremos ressaltar nesse texto que diz respeito ao populismo do governo e a escassez de informação das atividades governamentais.


Na verdade os maiores privilegiados por todos os acontecimentos oriundos das ações do referido governo é o povo pagador de impostos, que por um descuido das autoridades competentes, a comunidade acaba ficando no esquecimento e, no entanto sem saber das maravilhas erguidas com o suor de seus impostos. 

Quando a população não é informada quanto aos conhecimentos das políticas públicas implementadas pelas ações governamentais, notoriamente que há algo que não soa bem, algo que precisa ser melhorado, algo que precisa ser refeito. Enquanto não se ergue uma ponte de informações que conduza o governo ao povo, é muito frutífera a participação do gestor público nos meios de comunicação, por exemplo: rádio, jornais, ou até mesmo em audiência pública nos Bairros da cidade prestando contas. 

Evidente que governar exige cautela, amor e responsabilidade com o dinheiro público, governar para o bem-estar da coletividade é, sobretudo um gesto nobre, mas nobre ainda é informar à população sobre onde está sendo investido seu dinheiro pago através dos suados impostos e, isso acaba sendo uma incógnita para muitos governos. 

Prestar contas à comunidade pagadora de tributos é, na verdade derramar conhecimentos das ações do governo. Justo?

 Evidentemente que as informações oriundas das maravilhas de qualquer governo precisam bater na porta da comunidade que, por inúmeras questões, entre elas, o trabalho, por exemplo, o tempo corrido do dia-a-dia impede que sejam agraciadas com as ações governamentais.

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