30 de jun de 2015

Não podemos deixar a imprensa erguer uma Guaíra embalsamada no silêncio ingênuo dos munícipes

Adeir Alves

Desde sua emancipação política em 1929, Guaíra sempre teve seus governantes eleitos de forma democrática pelos filhos dessa terra sagrada. Só um estranho detalhe que merece um entre aspas, como por exemplo, nunca havia se presenciado um governo que apanhasse tanto da imprensa e que não apresentasse um poder de reação convincente.
Que a imprensa tem o direito de informar, isso não se discute num país onde a democrático é soberana. Por outro lado, é dever da imprensa informar de forma ética, objetivando na construção de uma sociedade capaz de discernir sobre sua decisão diante das urnas. Não é dever e muito menos é coerente por parte da imprensa produzir um jornalismo manipulador que, no auge da ignorância de seus idealizadores, insistem em acreditar que a população continua alimentando-se dessa lavagem jornalística que, há tempos vêm sendo enfiada goela abaixa da sociedade. A família guairense não merece isso, portanto ela, a família guairense percebeu que a tática da imprensa é démodé por causa de seus sórdidos interesses.


Infelizmente, a imprensa deixou de agir como ferramenta de contribuição ao desenvolvimento do município para se transformar no instrumento voraz dos interesses dos senhores barões que, democraticamente nunca aceitaram a derrota nas urnas. O pior mesmo é que não é de hoje que a imprensa ergueu sobre o solo sagrado dessa terra e de famílias honestas, um império de casca de ovo, protegido a la tática de guerrilha, como a FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), que sequestra, prende, mata e não tem conversa não: ou faz o que eles querem ou o governo vai sofrer as conseqüências através de destruição militarizada. A FARC é considerada como organização terrorista pelo governo colombiano.

 Mas qual é a diferença irracionalizada entre ação militarizada ou a informação manipulada por parte da imprensa? A população sabe muito bem que ambas são capazes de destruir e deixar suas sequelas por causa de uma malvadeza humana e política. 

Cresci sendo conscientizado de que uma população mais unida e melhor informada nutre valores ascendentes o suficiente para não deixar erguer uma Guaíra sobre os pilares dos interesses alheios! Não estou aqui para fazer política ou defender esse ou aquele governo, até porque quem vai julgar se o governo é bom ou ruim, após quatro anos de gestão, que deve ou não continuar por mais quatro anos, são os próprios filhos dessa terra: os eleitores! 

O que está em pauta é a forma que a imprensa vem, nos últimos dois anos e meio, se posicionado de forma tendenciosa sobre as ações por parte do governo municipal, que notoriamente implica a desinformação e o retrocesso de nossa cidade. Por outro lado, o governo municipal, ás vezes, se vê de mãos atadas, quase se rendendo aos ataques sedentos (contratos) e irresponsáveis (do quanto pior melhor) que os soldados revolucionários\terroristas\jornalistas vem executando contra a administração que, não demonstra uma reação profícua no sentido de dar um calando a boca a essa imprensa sem ética. 

Nunca foi tão importante a participação de nossas autoridades, de nossos jovens e, principalmente de nossa comunidade sobre o entendimento do quanto a imprensa vem impondo um jornalismo que não contribui em nada para com o desenvolvimento de nossa sociedade. É necessário um  repudio mutuo contrariando essa ideologia fanática que perturba a ordem de nossa cidade.

 Enfim, é sobre o silêncio das famílias guairense que exalta a fúria dos órgãos de comunicação, é sobre esse assunto importantíssimo que eu venho convocando os munícipes para uma rica e importante reflexão, dedicando o meu tempo, com os outros textos que já escrevi nesse democrático espaço, chamando a atenção de todos sobre que Guaíra é essa que a imprensa está erguendo a base do nosso silêncio?!

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