9 de mar de 2019

Zé Eduardo deve renunciar a zona de conforto

Por Adeir Alves: 

 Desde que o prefeito José Eduardo Coscrato Lélis assumiu o comando da prefeitura, o Velório Municipal, “Virgílio Ignácio de Oliveira” ainda não passou por reformas e as devidas adequações. 

 É um verdadeiro cenário de puro abandono por parte do executivo municipal, na verdade é uma situação de fragilidade administrativa, que exige o olhar crítico da Câmara de Vereadores. O prédio do Velório vem sofrendo com a ação da intempérie. Com a pintura desgastada e sem as ampliações inovadoras e necessárias para a acomodação da família guairense durante o velório de seus entes queridos, isso mostra o tanto que a gestão pública perdeu o poder de investimentos sob o comando de Zé Eduardo. 


 O abandono do prédio do Velório sepulta a relação de confiança entre governo e governados, fundamentada no ventre do processo eleitoral de 2016, no entanto, a desilusão da imposição popular entre os mais pobres têm sido a moeda de troca de valores aos modos operantes no funcionamento da falta conhecimento político e técnico na capacidade de guiar os princípios de Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e eficiência na boa administração pública. 

 Investimentos na climatização do prédio, bem como na modelação e estruturação do seu interior, que há anos não acontece, todavia, são políticas que precisam acontecer tendo em vista que são prioridades no que tange o crescimento da cidade. A Casa de Leis não pôde estar sempre inócua, arrefecida, entretanto, é sob a égide dos princípios básicos da Lei Orgânica tal como é concebida, os agentes fiscalizadores têm a responsabilidade ética e moral de enfrentar os desmandos, ecoando situações provenientes do desejo popular. “Todo poder emanado pelo povo e em seu nome é exercido – nada mais do que os princípios fundamentais da democracia!”. 

 Zé Eduardo tem que pôr à mão na consciência e renunciar o conforto do gabinete, enterrando o abismo entre governo e os pagadores de impostos. É caminhando pelos Bairros, visitando os setores públicos, enfim, ouvir os anseios do Povo e, com as ferramentas certas, aferir as demandas prioritárias da cidade, semeando uma gestão séria e comprometido no emprego do erário público com eficiência, não fechar os olhos para a responsabilidade política e ética, já que o mesmo anunciou que não será candidato a reeleição. 

 Enquanto o prefeito Zé Eduardo vem vocalizando uma Guaíra de festas sobre a luxúria dos gastos no carnaval, que tem a duração de apenas cindo dias, a cidade como um todo está sendo esquecida, é triste! 

 O prefeito deveria calçar as sandálias da humildade e comer bolo de fubá com cafezinho junto ao seu povo, e saber o que realmente a população está precisando e botar à mão na massa e fazer acontecer sem litania.

 “Quem sabe faz hora, não espera acontecer” Geraldo Vandré

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