17 de jan. de 2020

Como resolver o problema da destruição de Praças e Quadras dos Bairros?

Adeir Alves:

 A escassez de esportes, cultura e programas sociais nos bairros podem elevar, e muito, os índices de violência e vandalismo dos prédios e praças públicas impulsionadas  pela falta  de políticas públicas. 

A ausência de nossas autoridades competentes nos territórios predomina, no entanto, um estado dantesco nutrido pela fragilidade das ações governamentais. 

 A ociosidade concomitante ao abandono de praças públicas, é na verdade um terreno aberto para a prática ilícita e o estímulo ao vandalismo. Entretanto, a violência é um assunto fácil de resolver com as ferramentas certas oriundas de políticas públicas voltadas para o bem comum da sociedade pagadora de impostos.


 A desordem tem causado muita insegurança no município; é valido ressaltar o triste episódio (poderia ser evitado) que aconteceu na rodoviária envolvendo moradores de rua, ou seja, precisou acontecer pra resolver, isso não funciona dessa maneira, o Governo tem que estar presente na cidade, com ações efetivas e de direitos humanos! 

 Guaíra como um todo, precisa fazer parte de uma agenda governamental na resolutividade da  segurança e o vandalismo, para que a comunidade não abandone seu lazer diário nas praças e quadras; veja, também, como está, hoje, a praça da Vila Aparecida, que ultimamente tem servido de abrigo para os moradores de rua, é triste ver uma estrutura gigante como a desta quadra totalmente abandonada, sem as devidas atividades esportivas e culturais!?

 O prefeito Zé Eduardo precisa renunciar ao conforto do gabinete e anunciar um novo jeito de governar com a comunidade, discutindo a realidade social que envolve estes assuntos e, desta prosa, um compromisso de forjar o esporte e a cultura como ferramentas governamentais no combate a esta problemática. 

Os programas sociais, esporte, cultura são políticas voltadas à sociedade no resgate aos  valores e um escudo contra a violência, contudo, eles não podem ser produzidos com  a finalidade ideológica e meios de promoção. 

 Por que não discutir o silêncio do esporte? Por que não discutir a não descentralização de atividades culturais nos Bairros? O esporte funcionado a todo vapor semanalmente com atividades a serem realizadas em cada território, as atividades da Casa de Cultura sendo descentralizadas e inovando, como por exemplo: a Lira Musical tocando e contagiando os moradores. 

Guaíra não pode ficar esperando o ano quem vem, a troca de prefeito, para emergir a consonância da participação cidadã nos valores inerentes às políticas públicas, empunhando o direito dos munícipes ao debate livre junto ao governo sobre as dificuldades de cada território, isso precisa acontecer!

 Com o esporte e a cultura funcionando como deve ser, sem cabresto, com certeza a violência, o vandalismo e a insegurança,  não seria mais assuntos preocupantes a nossa cidade.

 “Quem sabe faz hora, não espera acontecer” Geraldo Vandré

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